terça-feira, 30 de junho de 2009

U-Ganga revela capa de novo álbum


Vol. 3 - Caos, Carma, Conceito será lançado em setembro no formato digipack luxo

Este será o terceiro disco do grupo e foi gravado no Orbis Estúdio no Distrito Federal junto com o produtor Riti Santiago (produtor ganhador do VMB).
O disco está sendo masterizado na Alemanha por ninguém menos que Harris Johns, famoso produtor responsável por alguns clássicos imortais da história do rock/metal como Pleasure To Kill (Kreator), Heavy Metal Breakdown (Grave Digger), Walls Of Jericho (Helloween), Zombie Attack (Tankard), Killing Technology (Voivod), RIP (Coroner), Persecution Mania (Sodom), Live (Cro Mags), além do Brasil e Anarko
phobia do Ratos de Porão e o Under Siege do Sepultura, apenas para citar alguns.
Enquanto a masterização não fica pronta, o U-GANGA tratou de finalizar a capa e todo trabalho de arte do álbum. Quem assina todo o conceito, criação e design é o próprio baterista da banda, Marco Paulo.

"Criar essa capa foi algo bem desafiador", conta o músico e designer. "Ao mesmo tempo que queria algo que tivesse alguma ligação com o som da banda, também queria criar algo fora dos padrões das capas de som pesado que rolam atualmente. Não queria aquele padrão "photoshop" da maioria das artes que andam circulando. Gosto muito de artes que você pode ter diferentes interpretações, e acho que consegui isso com essa capa." De fato, não só pelo cenário e todos os seus elementos, mas as cores intensas da capa de Vol. 3 - Caos, Carma, Conceito instigam a observação. "A questão de saber se o cara está enterrando algo ou se está simplesmente plantando uma árvore é o que mais gosto nessa arte, essa dúvida que ela provoca. Essa mistura de cores e todo esse cenário criado, na minha opinião, ilustrou bem o título desse álbum: "Caos, Carma, Conceito". Essa variedade de sentimentos, expressões e interpretações." Em Vol. 3 - Caos, Carma, Conceito, o U-GANGA continua explorando sua identidade musical que é caracterizada pela mistura de elementos do hard core, thrash metal, dub e hip hop.

Nas letras, reflexões filosóficas e autoconhecimento.
Vários convidados especiais aparecem no disco como o guitarrista Fábio Jhasko (ex-Sarcófago), o rapper X (ex-Câmbio Negro) e Johny Murata (Lumina)


Confiram o vídeo das gravações do Ras Phael (baixo) no Orbis Studio: http://uganganatrilhadonovo.blogspot.com/2009/02/video-das-gravacoes-parte-2-ras-phael.html


Pixinga arrasou no NH Jazz Festival


O Festival anual de Baixo de New Hampshire aconteceu semana passada, de 24 a 27 de Junho, na Southern New Hampshire University in Manchester, NH... O festival combina shows com master classes, que começam diariamente as 9 da manhã e os shows toda noite as 20h... ou seja... é muuuitooo basss...

Este ano estiveram presentes Michael Manring, Celso Pixinga, Todd Johnson, Dave Buda, Danny Morris, Marechal Wood, Rob Gourlay, Brent Rusinow, John D’Ercole, Jim Stinnett, Everett Pendleton, Joe Hunt, Tom Arey, Tim Theriault, Grant Stinnett e Shane Allessio

E a ótima noticia..
. todos amaaaram nosso mestre Pixinga... mas amaram meeesmooo... ele foi aplaudido de pé durante 5min em seu show e todos estes caras e mais a plateia presente viraram seus fans... com muito swing, bossa, samba, jazz e fuzion em sua performance Pixinga encantou os gringos... sabe o que eu fico de cara???

É que aqui no Brasil ainda tem gente que questiona o trabalho do Pixinga... um cara que tem 18 discos gravados, 4 DVDs, é referencia de gerações de baixistas... vive para o baixo, para divulgar o trabalho dos baixistas... descobre novos talentos pelo Brasil todo... enfim...
e quem acha que o Pixinga só sabe fazer slap no baixo, precisa conhecer mais seus trabalhos... como BOSSA JAZZ, FOUR, e muitos muitos outros que ele além de composições lindissimas... detona no fretlles, toca muito samba, choro, tem solos incríveis e uma musicalidade sensacional...

tudo bem que gosto não se discute... o que estou questionando aqui é... será que todas estas pessoas que falam mal do Pixinga conhecem realmente o trabalho dele? Ou será que é uma coisa tipo "maria vai com as outras"?

saudações baixisticas... estourando de orgulho do meu amigo e parceiro Pixinga




segunda-feira, 29 de junho de 2009

enquanto issooo...


O super contrabaixista brasiliense André Vasconcellos está encantando o público europeu em turnê com Hamilton de Holanda... Dá uma olhadinha!

Saudades fofoooo!


26 e 27 Bolzano - Italia 28 Schwaz - Ausrtia - Schwaz 30 Unterfart Jazz Club Munich 1 jul Bimhuis - Amsterdam 3 jul Ljubljana - Eslovenia - Ljubljana 9 jul Porto PT Porto 11 jul Bad Bergzabern - Alemanha

...
é a música instrumental brasileira fazendo diferença pelo mundo... e que diferença...

alias... sábado eu estava conversando com o pianista Kiko Continentino a respeito da situação caótica que estamos vivenciando este semestre no Brasil com a música instrumental e ele disse uma coisa bem interessante... o governo brasileiro tem investido muito no cinema nacional... (nada contra)...
porém não tem comparação a relevancia que a música brasileira tem internacionalmente... gente... realmente não tem comparação... é só pensar no peso, na influencia, no que representa a música brasileira com toda sua riquesa ímpar e pensar no cinema nacional em nível internacional...

...podemos citar muitos muitos muitos nomes da música reverenciados lá fora... enquanto o cinema... pois é... mas fazer o que?!?!?!?!
É continuar nesta baltalha que travamos dia após dia... todos que somos apaixonados pela música instrumental brasileira e acreditamos em nosso talento...


saudações baixisticas... missão de vida... música instrumental brasileira...

shows... tá rolando esta semana...

QUINTA JAZZ apresenta “Cool Jazz” com Carlos Vinícius Trio no C’est si bon creperiê, 408 sul - Brasília

Alex Queiroz

Quinta, 02 de julho, a partir das 20h30 Carlos Vinícius Trio Carlos Vinícius - guitarra Anderson Pessoa – saxofone Alex Queiroz – contrabaixo acústico
O trio busca em seu trabalho a sonoridade característica da era do “Cool Jazz”. Surgido no final da década de 1940 em Nova Iorque, o Cool Jazz tem como seus principais ícones nomes como Miles Davis, Chet Baker e Gerry Mulligan. A sonoridade mais contida deste período do jazz não engana aos seus apreciadores. Toda a energia dos arranjos e solos se intensifica quando apresentados de forma a encantar os nossos ouvidos. Melodias cantáveis e solos arquitetados com grande minúcia levam o ouvinte a um clímax musical intenso. Isto será muito bem explorado pelos músicos do Trio



Workshop de Choro - Rogério Souza - hoje

No evento, Rogério demonstrará técnicas referentes ao estilo, além da abordagem sobre harmonia e melodia, apresentando repertório diversificado e respondendo às perguntas dos presentes. Podem participar músicos profissionais, estudantes e interessados em geral.
Rogério Souza foi integrante do grupo Nó em Pingo D´Água, com quem gravou nove discos. Participou de CDs e shows de diversos artistas como: Paulinh
o da Viola, Ivan Lins, João Bosco, Sivuca, Paulo Moura, Altamiro Carrilho, Dona Ivone Lara, entre outros, além de dirigir o espetáculo “Batuque” de Ney Matogrosso. Possui dois livros lançados: “SongBook do Choro Vol. 1” (2008 – ed. Lumiar) e “Choro 100 - Play Along Choro – Guitar” (2009 – Biscoito Fino).

São três décadas dedicadas à composição, arranjos, produção de CDs, shows, livros, workshops e filmes, além da participação em festivais renom
ados como World Music Festival, Festival de Choro de Paris, entre outros; e realização de workshops em diversas partes do mundo. Vale ressaltar o "Brasileirinho" de Mika Kaurismaki, lançado em 2005 na Europa com grande sucesso. Seu último trabalho lançado, “Violão Brasileiro” inclui sete composições de sua autoria e quatro em parceria com grandes nomes da música
SL Music Hall - Jardins
Rua José Maria Lisboa, 745
Jardins

São Paulo - SP
Tel.: (11) 3884-9149

Traditional Jazz Band
Jazz com Swing Brasileiro 30/junho (ter.), às 22h30 no Bourbon Street Music
Rua dos Chanés, 127
Moema

São Paulo - SP
Tel.: (11) 5561-1643

Na ocasião, os músicos da TJB farão um apanhado dos melhores momentos da carreira sem esquecer dos grandes clássicos do jazz tradicional. A banda, que comemora este ano 45 anos de carreira já acostumou-se com grandes públicos e palcos importantes. A TJB é presença garantida nos mais importantes festivais de jazz da América Latina, Estados Unidos e Europa. “Somos a única banda convidada a participar do Festival de Sacramento, na Califórnia. Esse festival é o maior do mundo e reúne 1.200 artistas em 44 palcos espalhados pela cidade”, diz o pianista da banda Edo Callia. A banda tem 21 CD’S gravados e, apesar do sucesso, os músicos não se dedicam exclusivamente a ela. “Todos nós temos outras profissões e não vivemos da música”, diz Callia.

A formação atual da TJB traz: Alcides “Cidão” Lima (bateria e was
hboard) Edo Callia (piano) Carlos Chaim (contrabaixo) Austin Roberts (trompete) William Anderson (trombone) Eduardo “Dudu” Bugni (guitarra e banjo) Marcos Mônaco (sax e clarinete)



Pocket Show - Danilo Caymmi - Lançamento do DVD Da
nilo Caymmi e Amigos

03/julho (sex.), às 19h.

Com 45 anos de carreira, Danilo Caymmi lança o primeiro DVD solo de sua carreira, Danilo Caymmi e Amigos. Neste trabalho, o músico alterna antigos sucessos e inéditas como Toada à Toa, fruto de uma parceria entre o saudoso Dorival Caymmi e o próprio Danilo. Além dessa, Danilo Caymmi e Amigos traz ainda Flecha de Prata, Chega de Tarde, Pé sem Cabeça, Nossa Dança, entre outras.

O show é gratuito e local tem a capacidade de 50 lugares

Saraiva Megastore - Shopping Rio Sul
Rua Lauro Müller, 116 – 3º piso

Rio de Janeiro - RJ

Tel.: (21) 2543-7002




Show do Contrabaixista Marcos Paiva

informações:
raquel@arterumo.com.br, www.arterumo.com.br
http://myspace.com/arterumo

Davi Motta entrevistado por Ney Neto


Davi Motta esteve no programa Cia do Baixo em São Paulo... Este programa é apresentado pelo baixista Ney Neto e transmitido ao vivo pelo site (tvciadamusica.com.br) Ni link abaixo um vídeo que Davi Motta toca uma música dele chamada “Camaleão” http://www.youtube.com/watch?v=qP51GpODYPU

A Vida Até Parece Uma Festa - livro sobre o grupo - Titãs


O livro A Vida Até Parece Uma Festa de Herica Marmo e Luiz André Alzer, é uma obra produzida a partir de profunda pesquisa jornalística.
Vale conferir... é uma biografia
completa dos Titãs, que comemoram 20 anos de carreira. Os autores contam a história do grupo desde seu princípio, sem esquecer dos fatos polêmicos e emocionantes que marcaram a trajetória da banda e do rock brasileiro nas décadas de 1980-90


sexta-feira, 26 de junho de 2009

Paulo Russo e Kiko Continenetino - Duo Matador


Qual o resultado da soma de dois grandes gênios da música instrumental brasileira tocando juntos? Um ao piano e o outro, baixo acústico?

É um Duo maravilhoso, espetacular, absurdamente bom...

Paulo Russo, um dos heróis da nossa música instrumental, integrante por muitos anos do legendário quarteto do saxofonista Vítor Assis Brazil (um dos mais expressivos representante do jazz brasileiro), convidou o talentoso pianista Kiko Continentino para esse trabalho em duo. Os amigos estão gravando seu primeiro CD e deixo aqui pra vocês um vídeo gravado no SESC Paulista em SP... assistam... é estasiante!!!

Quem é apaixonado por música instrumental, contrabaixo e piano... TEEEMMM que conferir o show de virtuosismo, energia, talento, dinâmica e entrosamento dos dois...


Segundo Kiko Continentino... mais um amigo queridão que a música me deu... "O DUO ESTÁ DA PESADA O MELHOR PROJETO QUE TENHO FEITO ULTIMAMENTE... "


Algumas opiniões sobre este trabalho:


Ao assistir o DVD com o duo Kiko Continentino & Paulo Russo, fechei os olhos e tive a impressão de que escutava McCoy Tyner e Eddie Gomez... "
Luiz Orlando Carneiro Escritor e crítico de jazz do Jornal do Brasil.

"Vi/ouvi várias vezes com a maior atenção, apreciando cada tema, cada solo e cada idéia. A qualidade e a categoria de ambos é a garantia de música altamente criativa, sem concessões, comercialismos ou subterfúgios. É o tipo de música tocada por músicos que se entregam inteiramente à arte, que os une e os inspira em todos os momentos com um entendimento virtualmente telepático em cada movimento, cada idéia, cada troca de compassos e cada nuance"
José Domingos Raffaelli,
Escritor, crítico de jazz e música brasileira


se não conseguir assistir por aqui o vídeo... veja no endereço:
http://www.youtube.com/watch?v=E6z4ZblDn78


video


O DUO KIKO CONTINEMTINO & PAULO RUSSO se apresenta no GATE's Pub em Brasília, neste sábado 27/06/09 às 22:30 / End: CLS 403 Bloco B - Asa Sul - Brasília - DF; Tel: (61) 3322-9301


quinta-feira, 25 de junho de 2009

Michael Jackson... rest in peace



Carambaaa... parece que ele fazia parte do mundo... tipo... sabe aquelas coisas que são símbolo e pra você é algo natural, pois no mundo que você nasce, cresce e se dá conta do que tem ao seu redor elas estão lá... a torre eiffel, o cristo redentor, a cordilheira andina, a estátua da liberdade, a ponte hercilio luz... enfim, estas coisas... desde que nasci já ele já era ídolo... fazendo ou não parte da minha vida... e hoje levei realmente um susto com sua morte... nem imaginava que fosse me espantar tanto...

olhando o retrospecto de sua carreira logo me pergunto se sua decadencia e mesmo a morte teria acontecido neste momento se ele tivesse continuado com sua cor e beleza natural?
Sim, de alguma forma eu culpei seu embranquecimento... Ele era muito bonitinho quando era pequeno... o cabelo black power, sua cor de pele natural... seus traços naturais... ah sei lá... parece bem mais saudável...aquela aparencia atual dele parecia mesmo de alguem muito fragil...
me deu pena... sabe quando parece que a pessoa passa a vida toda procurando a felicidade e a procura de formas diversas, aí acaba a vida e nada...

uma pessoa que cresceu sendo famoso.. muito famoso, formou seu carater e personalidade já sendo ídolo... é muito estranho... e o que parece é que ele nunca conseguiu ser feliz e viver em paz... é muito louco isso...

Pra mim o mais interessante nele, é o dom de saber qual o som que sua geração queria ouvir e isso realmente é talento raro. Ele é a cara do som de uma época.
Independente de gostar ou não de sua música, sua dança, suas esquisitices, ele marcou o pop dos anos 70 e 80 e tem sempre uma trilha dele associada a estas décadas... independente do gosto musical... a mistura singular de soul, funk e rock tornaram Michael Jackson o maior artista do pop no mundo...

Sem falar que ele desenhou esta marca de video clip inovadora...contando uma história... é incrível a visão que ele tinha... bem à frente dos outros, e bem à frente do tempo...
em uma época em que
a galera fazia "promos" ele foi atras do diretor de cinema John Landis pra dirigir seu super sucesso Thriller em 1982...


e pra matar de inveja... foi produzido no começo de sua carreira pelo lendário jazz man Quincy Jones... imagine... você ser aconselhado por Quincy Jones... um gênio com uma estética absurda... ah... e já nos anos 70 ele gravava seus backing vocal sozinho... imagine a trabalheira...



No Brasil...
Michael Jackson esteve no Brasil em 1993 durante a turnê do álbum "Dangerous". O astro se apresentou para 65 mil pessoas no estádio do Morumbi, em São Paulo, em um show programado para durar 2h20, mas que foi encerrado pouco antes de duas horas de apresentação. Contrariando as expectativas, ele não retornou ao palco para o bis Alguns anos mais tarde, o cantor retornou ao país para gravar o clipe de "They don't care about us", música incluída no álbum "HIStory: Past, present and future – Book I". O vídeo foi rodado no morro da Dona Marta, no Rio de Janeiro, e no Pelourinho, em Salvador. O grupo baiano Olodum fez uma participação


Bem... eu não quero ser hipócrita... claro que o achava uma aberração... e é incrível como a mídia que nos últimos tempos só malhava e massacrava o cara está totalmente devotada ao seu reinado POP... e a coitada da Farrah Fawcett, que foi morrer no mesmo dia que ele... foi quase esquecida... como pode? A eterna pantera, que nos anos 70 foi a mulher mais "homenageada" pelos homens de sua geração...

Mas tudo bem... ele era um ídolo... um ícone... que influenciou muita gente... foi e sempre será copiado... mesmo sendo uma coisa estranha de se fazer...
A prova disso, é esta foto que achei com a estrela super pop da novíssima geração - Rhianna igualzinha ao MJ... com jaquetinha militar e tudo o mais... meeooodeeooossss... que meedooo
... será que ela vai ficar branca também???


e pra terminar... uma frase que a imprensa tem repetido sem parar e eu ainda não entendi... "ainda não sabemos qual o verdadeiro impacto da morte de Michael Jackson..."
ãããnnn???
Pior que esta frase só o Lula dizendo que se preocupar com o Sarney "são coisas pequenas"

O Grupo brazuca Hellish War faz turnê na europa


Hellish War confirma participação em mais um festival Europeu e novos shows no Brasil Banda será a única atração a fazer duas apresentações diferentes no Razorblade Festival na Alemanha O HELLISH WAR continua se preparando para sua primeira turnê européia que acontece em setembro desse ano. Batizada de "European First Assault Tour", a turnê vai incluir três apresentações em festivais europeus: dia 05/09 no Back To Rock na Suíça, dia 12/09 no SwordBrothers Festival na Alemanha e dias 18/09 e 19/09 no Razorblade Festival, também na Alemanha, onde o grupo brasileiro dividirá o palco com renomadas bandas como Iron Fire, Gun Barrel, StormRider, Abandoned, etc e será a única atração a tocar nos dois dias do evento.

Outros shows da "European First Assault Tour" já confirmados incluem dia 04/09 no Downstairs em Worblaufen na Suíça; 08/09 em Gent na Bélgica; 09/09 no De Rots em Antwerpen na Bélgica, dia 13/09 no Die Halle em Frankfurt na Alemanha e dia 17/09 no De Hague em Kanslös na Holanda Além da turnê européia, a banda de heavy metal clássico "old school" continua com a agenda lotada de shows no Brasil. Depois de ter feito uma das mais aplaudidas apresentações na edição 2009 do "Roça 'N' Roll" em Varginha/MG, o HELLISH WAR se apresenta em outros quatro festivais nacionais: dia 04 de julho a banda toca na nona edição do tradicional "Metal For All" em Salto (SP) junto com o Vulture, Mad Houser e Havok; no dia 10 de julho o grupo será o headliner do "Desire Metal Fest" no Warriors Pub em São Paulo (SP); dia 26 de julho o HELLISH WAR faz outro show como headliner, dessa vez na Virada Cultural de Piedade (SP) e dia 01 de agosto a banda toca com o Slippery, Kappa Crucis, Estrada de Ferro e Eternal Steel na quarta edição do "Apiaí Classic Rock" em Apiaí (SP) O HELLISH WAR também continua comemorando sua recente inclusão em Reunation - A Tribute To Running Wild, novo tributo oficial à uma das maiores bandas alemãs de heavy metal de todos os tempos, o Running Wild.

Produzido pelo site oficial da banda, o CD duplo será lançado no segundo semestre de 2009 pela Remedy Records e trará 31 bandas de todas as partes do mundo tocando covers do Running Wild, entre
elas o HELLISH WAR, único representante do Brasil a participar do projeto

Inscrições abertas para o vestibular da Faculdade Souza Lima & Berklee


Inscrições abertas para o vestibular da Faculdade Souza Lima & Berklee, a única faculdade internacional de música no Brasil




As inscrições para o vestibular da Faculdade Souza Lima & Berklee já estão abertas e vão até o dia 17 de julho. Única internacional de música no Brasil, com transferência de créditos para a Berklee College of Music, em Boston, EUA, ou seja, ao invés de estudar quatro anos na reconhecida faculdade americana, o aluno faz dois anos no Brasil e somente os dois últimos no exterior, oferece cursos de piano, guitarra, bateria, sax e canto, sob a coordenação pedagógica do vice-diretor, guitarrista e professor Lupa Santiago, graduado na Berklee.

Os dois anos cursados no Brasil já dão direito ao certificado de curso técnico em música, reconhecido pela Secretaria da Educação.



As inscrições podem ser feitas na sede do Souza Lima – Rua José Maria Lisboa, 745 – Jardins – São Paulo, telefone: 11 3884-9149 e custam R$ 100,00. As provas serão realizadas nos dias 18 e 19 de julho e incluem somente conhecimentos específicos em música, mas é necessário ter concluído o ensino médio. As matrículas poderão ser efetuadas até o dia 31 de julho e as aulas iniciam em agosto, somente no turno matutino.



A Faculdade Souza Lima & Berklee existe há cinco anos e possui professores renomados e graduados em reconhecidas faculdades em todo o mundo. Possui grande infra-estrutura e grade-curricular da Berklee College of Music, além de realizar workshops e audições especiais para os alunos.



Sites relacionados:

Faculdade Souza Lima & Berklee - www.souzalima.com.br/faculdade



Informações à imprensa:

Paula Witchert
Assessora de Imprensa - Souza Lima
paula@souzalima.com.br

Souza Lima Ensino de Música - Matriz
Rua José Maria Lisboa, 745 - Jardins
São Paulo - SP
CEP: 01423-001 - Brasil
Fone: 55 11 3884-9149 r. 211
Fax: 55 11 3884-7611
Cel.: 55 11 6700-0728
55 11 9540-9968
www.souzalima.com.br

Baú de discos - 10 anos de Toquinho & Vinicius


Mais uma vez eleeee... Luizão Maia no meu baú... hoje com um pouco de saudades e melancolia, que nem a endorfina por mim já produzida por uma super pedalada logo cedo, adicionada a muita maromba na academia e um super telefonema com ótimas notícias do meu amigo queridissimo Henrique Fontoura não espantaram...

Mas tudo bem... tem dias que a gente tá assim mesmo... melancolico... então vamos lá... o disco do baú é um ótimo aliado a estes dias...

10 anos de Toquinho e Vinícius com o baixo de Luizão Maia nas músicas:

Maria Vai Com As Outras, Canto De Oxum, Tatamiro, Tarde Em Itapoã, Meu Pai Oxalá, A Benção, Bahia!, Mais Um Adeus, O Velho E A Flor, Veja Você, Samba De Orly, Samba Da Volta,
Testamento, Morena Flor, Como Dizia O Poeta, Para Viver Um Grande Amor, Regra Três



muuuuito bom... me deu vontade de ouvir... vou já colocar pra rodar... e vamos lá Luizão...

saudações baixisticas... numa quinta melancólica mas sem perder o swingue...


quarta-feira, 24 de junho de 2009

Renato Godá lança álbum no SESC Vila Mariana

Godá é um escritor de músicas endiabradamente românticas. Um cantor que leva ao palco a atmosfera esfumaçada de um cabaré onde o jazz, o folk, o gipsy e a chanson francesa convivem entre a elegância e a vulgaridade. “Não faço cerimônia/Não Sou um bom Partido/Tendo para os vícios/ Posso causar desgosto/Sou um pervertido /Livre leve e solto/ Um vagabundo astuto/ Um vira-lata escroto”. Dessa forma descarada, Godá se apresenta na primeira faixa do disco homônimo que acaba de lançar com distribuição da gravadora Rob Digital. A canção “Bom Partido” não deixa dúvidas sobre quem é esse paulistano de 38 anos que depois de transitar pelo punk rock e sons eletrônicos no passado encontrou uma sonoridade própria neste que considera seu primeiro álbum. No show de estreia no SESC Vila Mariana, Godá vai mostrar o repertório que encantou o público europeu na turnê que acaba de fazer e que foi classificado pela revista inglesa Timeout, bíblia do entretenimento londrino, como um “apetitoso caldeirão que mistura sons de cabaret, jazz, folk e chanson”. Seguindo o estilo despretensioso de Godá, originalmente a gravação das sete faixas autorais do enxuto álbum aconteceu em dois dias de estúdio, tocadas ao vivo, apenas como registro de um novo repertório. Ele queria uma sonoridade natural e crua que conquistou o inventivo produtor Apollo Nove (Bebel Gilberto, Cibelle, Nação Zumbi, Otto) e o lendário engenheiro de som americano Roy Cicala, (John Lennon, Frank Sinatra, Jimi Hendrix, David Bowie, Miles Davis, entre outros), responsáveis pela gravação



Nesse show, Renato Godá será acompanhado por Franck Oberson: (contrabaixista acústico, frances que mora no Brasil... já tocou com Chet Baker e Herbie Hancock), Edson Guidetti (guitarras e banjo) e Claudio Oliveira (bateria). O repertório é composto de músicas autorais.
Entre elas: “Bom Partido”, “O Que Você Quer Eu Não Sei”, “Eu Sei”, “Em Suas Mãos”, “Só me Peça um Segundo” e “Nada a Declarar”.
O som, os figurinos dos shows, que remetem às melhores épocas da cena jazz de Nova York, os instrumentos acústicos e as referências musicais de Renato Godá estranhamente parecem soar como novidade nos dias de hoje. “Como compositor gosto de andar na corda bamba entre o brega e cult”, diz Godá, que assume as influencias musicais de Leonard Cohen, Serge Gainsbourg e da musica cigana do Leste Europeu


Data: 2 de Julho (quinta)

Horário: 20h30

Local: Sesc Vila Mariana – Rua Pelotas, 141 - Auditório (131 lugares)

Ingressos à venda: R$12,00 (inteira), R$ 6,00 (usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos,
estudantes e professores da rede pública). R$ 3,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes)

Musica do baixista Marcelo Goes no CD Festivais do Brasil

O CD Festivais do Brasil chega a quinta edição com participantes de 10 estados brasileiros representando todas as regiões do país. O lançamento do CD será no dia 26 de julho de 2009 no Villágio Café na Vila Madalena em SP - Capital as 21 hs. A data também comemora 10 anos do site Festivais do Brasil. Você amigo internauta é nosso convidado. A entrada é franca e quem for ao Villágio ganha grátis o CD Vol. 05


Dentre as músicas selecionadas está "Chorando Alto" do Albun INTUIÇÃO, do baixista Marcelo Góes

terça-feira, 23 de junho de 2009

Pipoquinha no Festival de Rio das Ostras


Há pouco tempo postei aqui sobre o Michael David, o Pipoquinha... um menino de 13 anos que toca baixo como "gente grande"

Confira através do link abaixo, a participação de Pipoquinha no Festival de Rio das Ostras, um super festival de Jazz e Blues... um dos maiores da América Latina...

Michael David com a BiG Time Orquestra de Curitiba
http://www.youtube.com/watch?v=K7UjJLIZHTQ

JAM SOUL = JAZZ



O contrabaixista super queridão Oswaldo Amorim há três anos, comanda o bem sucedido Projeto 'JAM {Soul+Jazz}', que mistura a sofisticação harmônica e melódica do Jazz, com o swingue e a energia do Funk dos anos 70 e da Soul Music.
O Projeto JAM retorna ao Bar do
Calaf em Brasília nas quartas-feiras do mês de Junho. No repertório: Herbie Hancock, James Brown, John Coltrane, Stevie Wonder, Banda Black Rio, Jaco Pastorius, Tower of Power, e outras surpresas.

Na GIG: Bruno Medina (sax tenor), Amaro Vaz (bateria), Rafael Cury (vocal), Moisés Alves (trumpete), Oswaldo Amorim (baixo e vocal), Rodrigo Bezerra (guitarra) e Daniel Baker (teclados).

É uma super mistura que deu certo... é muuuito bom... dançante, alegrante, empolgante... e é uma ótima oportunidade de ver o Oswaldo quebrando tuuudoo no baixo elétrico...

sem palavras...

Samba na tela


Pra quem gosta de saber mais sobre a história da música brasileira... uma super programação a partir de hoje terça-feira (23), em São Paulo:
o projeto “Samba na tela”, na Galeria Olido (região central de sampa)
São 16 filmes dedicados a resgatar a memória e os grandes artistas desse gênero musical.
“Nossa intenção é recuperar a memória do samba”, afirma Alex Andrade, programador do Cine Olido. Na programação diversos longas e curtas como “O mistério do samba”, de Carolina Jabor e Lula Buarque de Holanda; “Tias baianas paulistas”,
de Gustavo Mello, Eduardo Piagge e Luiz Ferraz; e “Com que roupa?”, sobre Noel Rosa, do diretor Ricardo van Steen.

Demaaiisss... super idéia boa pra aquecer estas noites de inverno!!!

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Celso Pixinga - Representante brazuca no NH Bass Festival


Dia 24 começa o Festival de Baixo em New Hampshire... com grandes nomes... grandes feras do baixo mundial... e nosso super baixista Celso Pixinga foi convidado a participar...

Nossa homenagem a ele e a torcida pra que ele quebre tudo por lá...

Vai com tudoooo PX!!!




video


Saudações baixisticas... mostrando o fusion brazuca nos states

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Selo de NY lança CD póstumo de adolescente brasileiro


Hoje tirei o dia pra fazer umas clipagens aqui no blog... além da entrevista com o Marcos Paiva... encontrei esta matéria no site da BBC Brasil pra reflexão e conhecimento geral...



Por Mônica Vasconcelos - Da BBC Brasil, em Londres

O selo novaiorquino Luaka Bop, que pertence ao músico americano David Byrne, acaba de lançar um álbum póstumo do cantor e compositor gaúcho Yonlu, que se suicidou em 2006, aos 16 anos de idade.
O CD, intitulado A Society in which no tear is shed is inconceavably mediocre (Uma Sociedade na qual nenhuma lágrima é derramada é inconcebivelmente medíocre), é uma coletânea de demos gravadas pelo adolescente (cujo nome verdadeiro era Vinícius Gageiro Marques) em seu quarto, usando um computador e alguns instrumentos, todos tocados por ele.

As gravações - ao todo 60 canções - foram encontradas pelo pai de Yonlu, o professor universitário e ex-secretário da cultura do Rio Grande do Sul Luiz Marques, depois do suicídio do filho.
Yonlu sofria de depressão e estava sob internação domiciliar há dois meses quando se matou. O suicídio, explicado em uma carta deixada aos pais, foi compartilhado ao vivo com um grupo de "amigos" na internet, e foi assunto de uma longa matéria sobre sites que incentivam suicídios na revista Época, em fevereiro de 2008.

Segundo a revista, internautas não só o incentivaram como também lhe deram conselhos sobre o melhor método: intoxicação por monóxido de carbono.

Talento

As músicas do adolescente, reflexões sobre a vida banhadas em melancolia, sugerem um gosto eclético: rock, bossa-nova, hip hop. Os arranjos vocais são trabalhados: em algumas faixas, a voz foi gravada em várias camadas sobrepostas.
Em 2008, o selo goiano Allegro lançou um CD com uma seleção de 23 canções de Yonlu.
O disco chegou ás mãos de Yale Evelev, da gravadora Luaka Bop, conhecida por suas coletâneas de música brasileira e que tem em seu cat
álogo, álbuns de David Byrne, Tom Zé, Nouvelle Vague e Susana Baca. "Gostamos (do disco) antes de ouvir a história", disse Evelev à BBC Brasil.
"Depois de ouvir a história, pensamos, primeiro, que mais pessoas deveriam ouvir essa música".

"Segundo, pensamos que talvez a história pudesse tocar as pessoas e passar a mensagem de que mesmo se você acha que ninguém se importa com você, eles se importam, sim."

A versão que está sendo lançada pelo selo americano é diferente da lançado no Brasil pela gravadora Allegro, com algumas faixas inéditas e uma abordagem mais conceitual, e vem despertando comparações com artistas como Nick Drake e Caetano Veloso.

Orgulho

Muitos podem se perguntar, ao ouvir a história: Será que o selo teria lançado um álbum com as demos de um compositor desconhecido, de 16 anos, se tivesse ouvido o material antes da morte de Yonlu?
"A pergunta é pertinente", disse Evelev.
"O fato de que ele não está mais conosco torna particularmente difícil a tarefa de conseguir que as pessoas ouçam esse disco".

"Uma tarefa que teria sido tão mais fácil se este menino incrivelmente talentoso estivesse conosco para dar entrevistas e tocar sua música na frente das pessoas".
"Isso é particularmente triste, o fato de que ele não está por aqui para ver a resposta que sua música está provocando nessas pessoas".
"Teria sido incrível poder fazer seu próximo álbum. Se ele já soava assim aos 16, você já imaginou como seria esse disco?", pergunta Evelev.

Observando a trajetória surpreendente das músicas deixadas pelo filho, Luiz Marques disse que sua primeira reação, ao saber do interesse do selo de Byrne pelo material, foi de orgulho. Falando à revista americana Sup Magazine, Marques disse que lançar o álbum foi uma decisão artística. "O trabalho de um artista só se completa quando é reconhecido por uma audiência".Capa do álbum lançado pela Luaka Bop

Marcos Paiva - Samba no Prato


Conheci o Marcos Paiva atraves da Raquel Dammous... uma produtora queridona que foi com ele assistir o último dia do Festival Baixo Brasil em São Paulo... eles foram ao camarim... conversamos e ali me deram o CD deste contrabaixista sensacional... Marcos Paiva MP6 - São Mateus... demorei uns dias pra ouvir o trabalho, pois estava totalmente esgotada após a maratona de festivais... mas valeu a espera, pois pude apreciar com tranquilidade este belissimo disco!!!

Nestes dias, o contrabaixista deu uma entrevista ao Caio Garrido, baterista de Ribeirão Preto, em seu blog:
http://musicocontemporaneo.blogspot.com/

Vale conhecer mais deste grande músico... transcrevo aqui a entrevista...

divirtam-se...




"Música brasileira de primeira qualidade. Essa é a primeira e contínua impressão ao se ouvir as músicas do projeto intitulado “Meu Samba no Prato”, realizado e idealizado pelo baixista, compositor, arranjador e produtor, Marcos Paiva.
É raro um músico ao conceber um álbum, ou que tenha como grande influência um instrumentista de outra especialidade. Foi o caso de Marcos Paiva, baixista que homenageou o baterista Edison Machado através deste projeto de show e futuro álbum. Abaixo, alguns tons da conversa com o contrabaixista, onde Marcos Paiva fala um pouco sobre sua relação com a música de Edison Machado e o projeto-homenagem do cd :

Vou começar falando de um álbum muito importante para a música brasileira. “Edison Machado é Samba Novo” que para mim continua sendo o álbum de maior referência da discografia instrumental brasileira e um álbum que reúne importantes músicos como o maestro Moacir Santos, o arranjador e clarinetista Paulo Moura, J.T Meirelles que também é um grande arranjador e formador da linguagem do “sambajazz”, o fabuloso trombonista Raul de Souza além de Maciel (trombone de vara), Pedro Paulo (trompete), Tenorio Junior (virtuoso pianista que sumiu na Argentina na época dos golpes militares) e o grande Tião Neto (baixista “referência” da bossa nova e que depois tocou por muitos anos com Tom Jobim). Além de uma energia incrível e de solos (embora curtos) memoráveis, este disco tem arranjos muito inspirados e ao mesmo tempo pensados exatamente pra o líder do grupo. O grupo soa muito unido, muito junto. Respirando e pulsando no mesmo tom. Edison ficou conhecido aqui no Brasil e até hoje é sua maior, digamos, qualidade, o fato de “ter inventado” a batida de samba utilizando o prato.
O que pra nós hoje é lógico, na década de 60 (talvez final de 50) ainda não era. E o fato de ele ter começado a conduzir o samba no prato e não nos tambores (alguns chamavam de cruzadão, imitando a percussão como se era usado), criou uma nova perspectiva sonora que mudou para sempre a forma de se conduzir na bateria. Confesso que isto, que para a maioria das pessoas é o mais importante nele, para mim é só um pequeno pedaço desse grande músico.
Numa época em que baterista era um “quase não músico”, ou apenas o ritmista do grupo, Edison teve uma capacidade única (e artistica) de liderança ao lançar seus próprios trabalhos solos. Ao liderar seus grupos, criou uma forma de tocar com tanta energia e personalidade que até hoje é difícil de ver alguém superá-lo. Não é tocar rápido e não passa pela técnica, passa ao meu ver pela capacidade que poucos músicos conseguem obter na sua trajetória musical, a personalidade.
Quando você ouve um disco, basta 5 compassos para saber se é ele tocando ou não. E isso é muito, muito difícil de se conseguir.
A idéia de fazer esse Tributo veio de muitas conversas com amigos e músicos. Sempre reclamei que no Brasil, a linha evolutiva na música instrumental sempre foi quebrada. Começava um negócio legal, e daí parava e começava outro com novos outros músicos que negavam o que estava rolando e partiam para algo totalmente novo (ou em 99% influenciados por algo de fora).
Não tenho nenhum preconceito com influências externas seja de onde vier, mas a mim me incomodava e incomoda o fato da falta de continuidade, de negação. Sempre vi em vários países e principalmente nos EUA os tributos e aí pensei, por que não fazer um?? Quando fechei a idéia de fazer um tributo na linha evolutiva do que eu já estava fazendo, pensei na minha maior referência (neste disco, do Edison) e na obra do maestro Moacir Santos. Como este disco também tinha o Moacir e tantos músicos de referência, falei “vou fazer pra ele”. Daí, veio a segunda questão.
Como homenagear e não tocar como eles? Com o tempo amadureci a idéia e inspirei as minhas composições nas músicas do disco.
Cada música que criei está completamente ligada à uma música no disco mas sob minha perspectiva sonora. Está sendo ao meu ver, uma forma de também contribuir para a divulgação deste disco nos nossos dias. O baterista do meu grupo, Daniel de Paula, eu o considero o “Edison Machado” dos dias de hoje (rsrs), não pelo fato de ele tocar parecido com o Edison mas pelo fato de ele ter tanta personalidade que ou você ama ou odeia. (O Edison era exatamente assim, muitos amavam e muitos odiavam).
Depois chamei os outros amigos que gravaram o meu primeiro (Cassio Ferreira- sax alto, Jorginho Neto- trombone, Edinho Santanna- piano) e só mudei o trompetista, trocando o Rubinho Antunes pelo Daniel Dalcantara que é um músico totalmente inspirado no sambajazz.
Caio, para fechar pois este assunto que daria ainda muito pano pra manga, para mim o que mais me inpressiona nele é sua personalidade, capacidade de liderança e sonoridade (arranjos e energia pura)."

Músicas do projeto e sites:
http://www.marcospaiva.com/epk/sambanoprato/
http://www.marcospaiva.comhttp://
www.myspace.com/marcospaiva
Para informações e downloads de Edison Machado:
http://edisonmachado.blogspot.com/

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Baú de discos - Elis Regina Montreux Jazz Festival



Preciosidade Brasil – Elis Regina Montreux Jazz Festival – 1982 Luizão Maia elegeu, dentre todas as formações que tocou na MPB, a que se apresentou ao lado da cantora Elis Regina no Festival de Jazz de Montreux em 1979 como “a ideal” : César Camargo Mariano, piano, Hélio Delmiro, guitarra, Paulo Braga, bateria e Chico Batera, percussão. Esta apresentação gerou um disco essencial na coleção de todo baixista do mundo: “Elis em Montreux Jazz Festival” , que só foi lançado em 1982, ano da morte da cantora. No repertório, sambas inesquecíveis e clássicos da “bossa nova” como “Corcovado” e “Garota de Ipanema”, o baião “Asa Branca”, musicas memoráveis como “Madalena”, “Águas de Março”, “Amor até o fim”, entre outras. Tudo isso com o baixo de Luizão Maia, fazendo com todo swing, arte e intensidade, a cama onde se deitam e rolam as grandes harmonias de César Camargo Mariano, banda e a voz que carrega primazia, técnica e emoção de Elis! Destaque para a música “Cobra Criada”, um marco histórico no avanço técnico do baixo na música brasileira. Este é puramente um Brasil bem representado! Orgulho total! Algo que escutamos e pensamos: esta é realmente a melhor música do mundo... e é nossa!

segunda-feira, 15 de junho de 2009

CD "Na Estrada"do Baixista Oswaldo Amorim



Dias 17, 18 e 19 de Junho show de lançamento do CD "Na Estrada" de Oswaldo Amorim e Paulo André Tavares no Clube do Choro em Brasília


Retrato sonoro da trajetória musical desses dois instrumentistas e compositores, fruto de quinze anos de parceria em diversos trabalhos no Brasil e no exterior. O disco traz composições de Paulo e Oswaldo, e é a sonoridade do duo, marcada pela ênfase na riqueza da música popular brasileira, tem uma harmoniosa convivência com ritmos e estilos de outras culturas, absorvidos e incorporados através da vivência e da experimentação dos dois músicos, com formação ao mesmo tempo semelhante e distinta.

Instrumentistas, compositores e arranjadores, Paulo André e Oswaldo Amorim têm muito em comum: nascidos no Rio de Janeiro, residem em Brasília há vários anos; são professores efetivos da Escola de Música de Brasília (EMB), graduados em Música pela Universidade de Brasília (UNB) e possuem Mestrado em Jazz Performance nos Estados Unidos, Oswaldo Amorim na "Manhattan School of Music", e Paulo André no Queens College, ambos em Nova York.

Além de participarem de inúmeros shows e gravações no Brasil, no exterior dividiram o palco em Quito, Equador, em 1997, representando o Brasil no Festival Cultural do Mercosul com o grupo Nova Bossa. Estiveram em turnê pela Rússia e Ucrânia em 2002, acompanhando o pianista e compositor russo Andrei Kondakov. E durante os anos que residiram em Nova York (1998-2002) atuaram intensamente com diversos artistas locais e de fora dos EUA, tendo se apresentado em casas consagradas como Blue Note, Birdland, SOB's, Zinc Bar, Le Bar Bat, Cleopatras Needle, Kniting Factory, Izzy Bar, Lincoln Center, Decade, Shine, Museum of Natural History, Village Underground, Europa Club, entre outras.

De volta ao Brasil, no início de 2003, decidem começar um trabalho que represente e traduza a experiência musical vivenciada e compartilhada ao longo dos anos. Quatro especiais da dupla foram gravados e são veiculados freqüentemente pelas emissoras: TV Senado (gravado em Abril de 2004); pela TV Câmara (gravado em Maio de 2005); pela TV SESC (gravado em Novembro de 2006) e o último gravado no Clube do Choro de Brasília, em 2008, pela TV Brasil.

Com o apoio do FAC, estão lançando seu primeiro CD, com 12 faixas (composições próprias) gravadas e mixadas em Brasília e masterizado em Nova York. No repertório do show estão composições próprias, música brasileira, Jazz e Beatles, sempre com arranjos originais e adaptados para a sonoridade do Baixo e do Violão. O show de lançamento contará com a participação do baterista Leander Motta.



sábado, 13 de junho de 2009

Dois baixistas... dois mundos... dois pensamentos...

Sabia que A Parada do Orgulho Gay de São Paulo é o segundo maior evento da ciade? Perde somente para a Formula 1... vem gente de várias partes do mundo pro evento que movimenta a cidade neste domingão...

bom... aí eu tava pensando... como será ser um baixista gay? Porque convivo direto com baixistas, e músicos em geral... viajando pelos festivais, shows, etc, sei que é um "mundo de machos" ... se ja é meio complicado pra nós mulheres sermos respeitadas neste meio... fico imaginando um gay... assumido né... porque enrustido deve ter vários... hahahaha...

mas enfim... comecei a pensar se eu conheco algum baixista gay... não consigo lembrar de nenhum brasileiro... mas lembrei de um gringo que até escreveu sua auto biografia contando de sua vida ga
y...
trata-se de Chuck Panozzo o antigo baixista da banda americana Styx. Ele fundou o grupo com seu irmão gêmeo, o batera John Panozzo. Em 2001, Panozzo anunciou que ele era gay e que era portador do HIV... aí se envolveu em campanhas de direitos homossexuais. Em 2007, ele lançou sua autobiografia, The Grand Illusion: Love, Lies, e My Life With Styx.

Olha uma declaração do baixista: "Os rockstars tiravam sarro de Gays, e embora você visse estes caras se maquiando, cuidando de seus longos cabelos e agindo de forma afetada como se fossem mulheres, isto era apenas uma maneira de se aproximar delas. Se você tivesse uma postura masculina, as garotas se sentiam ameaçadas, e eles sempre procuravam as menininhas", disse.

Fico imaginando um cara de grupo de rock bastante popular entre os jovens, guarda sua sexualidade em segredo durante anos... pois isso pode afetar várias questões... não somente sua posição neste universo, dominado por groupies, sexo, fama e dinheiro, mas também a situação de seus companheiros de banda... enfim... deve ser muito difícil...

o problema é a intolerancia com a escolha alheia... o padrão...

por exemplo... um dia eu estava com um amigo indo para um show maravilhoso... ganhamos convites prá área vip de um lugar espetacular em sampa, open bar... enfim... imperdível... aí um primo lindo que tenho, modelo e gay tinha ido me visitar e chamei ele pra ir junto... ele me fez um monte de perguntas a respeito do pessoal que estaria lá... e disse... "ah... eu não posso ir... tenho medo de apanhar..."

fiquei totalmente sem acreditar e traumatizada com o temor dele... imagiando o tipo de pessoa que bate em pessoas do bem, que eles nem conhecem por sua opção sexual... inacreditável...

vou aproveitar pra colocar aqui um episódio de um baixista brasileiro que se mostrou homofóbico...

Há um tempinho atras o baixista Manno Góes do grupo Jammil e Uma Noites, publicou no blog oficial do grupo um texto chamando alguns fãs de “viadinhos, falsos, pseudo-fãs, carnívoros e bisonhos, feios, chatos, pulgas, insetos, bando de bosta, sangues-sugas, aviadados, atrevidos, que ficam sempre atrás de ingressos, cortesias e fotinhas fofinhas, com seus trejeitos esquisitos e gel fedidos sobre seus penteados ridículos”

vejam um trecho...
...esse post, além de ter sido ultra polêmico... 362 coments... provocou reação do Grupo Gay da Bahia... o presidente Marcelo Cerqueira explica que a palavra “viadinho” é pejorativa e utilizada no texto com sentido de ofensa. Para ele, o uso de palavras preconceituosas por pessoas reconhecidamente públicas pode estimular o preconceito. “Não houve responsabilidade social por parte dele. Com esta ação, os gays se sentem discriminados e, pior, estimula uma situação de preconceito e raiva contra o homossexual”, afirma.

é galera... faz bem pensar antes de falar...



saudações baixisticas... respeitando o próximo...